[...] diário de poesia de Luciano Spagnol - poeta do cerrado ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... Poesia é quando escrevemos o monólogo de nossa alma, que se torna um diálogo com o leitor
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
De Longe (respondendo)
Hoje, estou em outro lugar qualquer
Não vejo mais o teu vulto, só as lembranças
Nem em minha rua, estou se quer!
Nos teus caminhos ocultos, esperanças... (e oração)
Daquela paixão, ficou o outrora no amanhecer
Você mais longe ainda, foi-se, sem ao menos dizer adeus
Agora nos caminhos velados, não mais posso te ver
Apenas poetar-te, com estes mesmos versos meus
Assim, nas saudades dos versos teus, me conter...
Se naquele dia passou por mim, e eu não pude te notar
No teu abraço estar, devia ter vindo em minha direção
Se não, as sombras dos oitis não quiseram te revelar
E assim, mais uma vez o destino ficou sem emoção
E a rua um cenário sem que juntos pudéssemos sonhar...
Os sonhos, são assim, se não nesta vida, é noutro lugar
Partiste-te primeiro, agora na paz, na harmonia desejada
E se, os nossos corações reencontrarem, vamos festejar
O tempo não sei precisar, rogo que seja na mesma morada...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
07 de novembro de 2019 – Cerrado goiano
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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol, poeta do cerrado
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