domingo, 19 de janeiro de 2020

É noite no cerrado

Cai a noite no cerrado
E o silêncio floresce
Estrelas lado a lado
Da lua que se oferece

Junto vem a melancolia
Inundando o imaginário
De sonolenta monotonia
No poetar de um solitário

Já não se ouve a vereda
Comigo o breu algemado
O sono na inação enreda
Na noite que cai no cerrado

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Fim de maio, 2016 - Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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