sábado, 18 de janeiro de 2020

FRONTEIRA (soneto)

Em cada rosa, sempre existe espinhos
Nos árduos caminhos, também vitórias
Na humildade é que se escreve glórias
E com amor no amor se tem carinhos

Somos breve nestas águas transitórias
Para que seja leve, deixe os desalinhos
No tempo, tão valioso, e tão torvelinhos
Então, sê a figura mor de suas histórias

Nutre-se do néctar de querer mudança
Pois cada instante da vida é esperança
E a cada espera, objetivos e memórias

Perder ou ganhar são só da vida aliança
Tente. Persevere. Aí terás mais bonança
Trace nestas diversidades as trajetórias

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Agosto de 2016 - Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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