passo, a passo no cerrado
o deserto eu atravesso
em um fado agoniado
e um poetar disperso
triste, alegre ou calado
forjo verso e reverso
o sonho aqui do lado
o devaneio submerso
eu, desmantelado
confesso
endoidado…
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
segunda, outubro de 2019 - Cerrado goiano
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