domingo, 19 de janeiro de 2020

Já é noite no cerrado

Durma, cerrado
Acalente teu sono
O vento está calado
O anoitecer já é dono
Não se ouve os ruídos
Dos pássaros do outono
O sol já está escondido
No horizonte, a meia lua
Já tem brilho instituído
Nos céus, e a estrela nua
Anuncia o breu já diluído
Na noite, tal minha e tal sua
Cerrado! Estamos imbuídos

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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