Seu espírito olha de dentro para fora
Rimando as tramas ilusórias da poesia
Em versos de dor ou de alegria
Expelidas das lavas da inspiração
Do profundo sentimento
Da sua solitária emoção
E povoado argumento
De sonhos, de imaginação
O poeta chora...
Diz querer, mas não vai embora
Insiste nos soluços da memória
No amarelado da saudade
E o colorido da felicidade
Pintando as páginas da vida
Em pinceladas de chegada e partida
Com palavras livres de alma aberta
Caídas da verdade fingida da lágrima de poeta
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
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