domingo, 12 de janeiro de 2020

LITERATO (soneto)

Como quisesse erudito ser, poetando
As brancas páginas duma imaginação
E as quimeras vestidas de inspiração
Inventaram asas e partiram voando

Forasteiros rumos, dores, nefando
Cores e sabores, o amor e a paixão
Choros, risos, escoados do coração
Criando, o tempo vário pincelando

Estranhos os nomeio da serventia
Os desígnios com os seus caminhos
Então, eu vi que a sorte é a cada dia

Assim, por longo tempo fui perdido
Nos versos nem sempre de carinhos

A poesia, da vida, nem tudo é vivido!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/08/2019, 05'55" - Cerrado goiano
Olavibilaquiando

copyright © Todos os direitos reservados.
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

Vídeo no YouTube:


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Este é um diário de poesia muito pessoal e desprovido de qualquer pretensão. Tendo como objetivo somente postar e divulgar as poesias de Luciano Spagnol. Espero que goste! Sinta-se à vontade para navegar. Antes de sair, deixe o seu comentário. É importante e apreciado.

Obrigado.
Volte sempre!