sábado, 11 de janeiro de 2020

Meu chão

Eu sou do chão de cerrado
De um povo árido no viver
De lida cabocla e ser afiado
Terra de cálido amanhecer
Não nego origens, obrigado
Levo lentigens do sol arder
Olho pro trilho cascalhado
Com o mesmo bom pascer
Do tempo de sertão molhado
Sou mineiro com muito prazer
Brasileiro, deste solo amado.

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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