Ah! Natal, soam sinos na noite iluminada
Ecoam cânticos vivos de cândida poesia
E toda a vida palpita em festa, em alegria
Na modesta estrebaria, de divina morada
Sobre a palha, sem rendas, ou dourada
Seda, o Menino Deus, nasceu de Maria
E dos pobres, oferendas, numa romaria
Entre os animais, singeleza, mais nada!
Não nasceu entre pombas reluzentes
Presente a natureza sob a paz do luar
Cheio de graça, nume dos diferentes
Jesus nasceu! para nós ensinar a amar
Sobem os hinos de louvores torrentes
Foi para os faltos o seu primeiro olhar...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Novembro de 2018 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
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