sábado, 18 de janeiro de 2020

NOVEMBRO, soneto no cerrado

A nuvem de chuva, está prenha
A lua na noite longa enche de luz
Novembro, aos ventos ordenha
Amareladas folhas que nos seduz

Meditação, finados aos pés da Cruz
O colorido pelo seco cerrado grenha
As floreadas pelos arbustos brenha
Trovoadas, relâmpagos no sertão truz

Águas agitadas, o mês da saudade
Num véu dançante... Vem novembro!
Linhas de poema e prosa, fertilidade

Décimo primeiro, antecede dezembro
Em ti é possível notar a instabilidade:
Fogo e água, da transição é membro

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
novembro de 2016 - Cerrado goiano

Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98) 
Se copiar citar a autoria – © Luciano Spagnol – poeta do cerrado

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https://youtu.be/Cc4X95IrL6E

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