Sane os arranhões dos espinhos
Das rosas belas do bem viver
Não as ponha em vasos quartinhos
Ousando natureza morta pra escrever
Redija afeto, grafe alegria, a que recria
Que vem da lira e faz recomeçar
Decore e redecore, até ter a sua via
Apague, volte no iniciar
Cada arranjo é romaria
Cada pequenez, renove, renovar
Faz da tua vazante poesia
E verá o teu coração poetar
Nunca sejas peia
Rosas são para se apreciar
O amor colmeia
A vida a superar
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
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