Quando chove no cerrado
Metamorfoseia por todo lado
A natureza num abraço apertado
Cada gota no chão empoeirado
Sinfonia dos céus anunciado
Alegria, pois chove no cerrado!
Molha o chão, chão molhado
Cê bem-vinda! Esperado, rogado
Quando chove no cerrado...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Madrugada de setembro de 2015
Cerrado goiano
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