Quando são pronunciadas ao alvo do amor, tem sabor de cumplicidade, cor da essência, e odor da afinidade... Num som único que vem acarinhar a dignidade de ser e ter.
O som das palavras que saem da minha boca
Veem minha alma nua jogada aos teus pés
Enroscada na melodia que desenham troca
Sem que faça da solidão um viés
E celebre no coração o afeto como sua toca.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
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