sábado, 18 de janeiro de 2020

SONETO COM QUIMERA

Estás onde, amor? O peito clama
a tua imagem nos desejos chora
a poesia sem ti assim vai embora
o leito está morno, e sem chama

Fico imaginando teu olhar agora
no meu olhar enflorar em rama
invadindo meu corpo, que flama
em afagos de tempos de outrora

Vem! Não me deixes aqui tão só
num tal vazio laço de um uno nó
e no silêncio que fere com solidão

É um amor tão ausente que dá dó
na afável emoção faz um forrobodó
e traz ganido no saudoso coração

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Agosto de 2016 - Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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