sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

SONETO DAS ROSAS

Rosas, poemas da natureza, poetadas

Por mãos, que também oferecem rosas
Cativantes, ao amor tornam suspirosas
E ao desafeto são tristes e desfolhadas

Já as vermelhas para paixão, afanadas
Ornando o olhar, se dando primorosas
Cheias de significado, e tão formosas
Também, bem às emoções esfalfadas

És cheiro nas lembranças silenciosas
Lágrima infeliz nas perdas passadas
Sois trovas alfombradas às amorosas

Ah! Belas damas várias e tão encantadas
As primeiras, as derradeiras, carinhosas
Só tu rosas, para coroar nossas estradas

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Junho de 2016 - Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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