quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

VEJO-TE (soneto)

Vejo-te: - a magia nos meus olhos aprecia
- Do belo em pranto no admirar por inteiro
Do pôr do sol ao alvorecer o doce cheiro
Do cerrado. Delicado e grosseiro. Ironia!

Todo o teu vário: - a diversidade é poesia
Dum tal primeiro olhar, ao olhar primeiro
Encantamento, - neste trovar verdadeiro
Tudo ao contentamento é total simpatia

Olho o teu horizonte de um infinito flavo
E quanto mais o olho, mais eu te folheio
Passeio e releio, assim o glorio... bravo!

Ouço na admiração a tua vida em gorjeio
E cuido ouvi-la, e na emoção eu alinhavo
Vendo tu, cerrado que vejo, no teu ceio!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/11/2018, 17’27” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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