quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

BEIJA-FLOR (soneto)


Encanto, que encanta, peregrino
Leve, breve, rápido, não demora
Uma flor cá, acolá, tão franzino
Beija uma e a outra e, vai afora

Assim, com tal seu voo divino
Orna o dia e o palco da aurora
É tão enorme e tão pequenino
Que da ligeireza faz a sua hora

Em um balé suave no céu voeja
De beijo em beijo, o bardo, seja
De uma poética dos trovadores

Saltimbanco que és, a sensação
Beija-flor, da flor, doce sedução
Beija sem parar todas as flores.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03 fevereiro, 2021, 05’40” – Araguari, MG

Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98)
Se copiar citar a autoria – © Luciano Spagnol – poeta do cerrado

YouTube:
https://youtu.be/waP4cU5QTTs

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