domingo, 12 de janeiro de 2020

Céu de Brasília

Rasgam-se as nuvens no céu do planalto
invadindo o azul anil do cerrado
E se mantém ao longe... num salto
ouvindo o som do horizonte encantado

Surge, tal algodão, no céu... a nevar
desenhando quimeras na esplanada
O sertão mantém-se calado a sonhar
na vastidão, aguardando a alvorada...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Janeiro de 2018 - Brasília, DF

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Se copiar citar a autoria – © Luciano Spagnol – poeta do cerrado

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