Aluminando o horizonte em explosão
De alaranjado quente em alarde
Pintando de saudades o coração
O silêncio pousa no céu dourado
Acomodando a alma nos galhos
Retorcidos das árvores do cerrado
Costurando a melancolia em retalhos
E a sombra soberana nos cobre
De luzidas estrelas e a lua
Anunciando o sossego tão nobre
Dos recantos e dobras da noite nua...
© Luciano Spagnolm - poeta do cerrado
18'23", 18/01/2014 - Cerrado goiano
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