domingo, 19 de janeiro de 2020

VERÃO (salve!)


Nos raios de calor do verão
O filtro solar tronou-se fator
O aquecimento global apreensão
E o tempo um mero espectador

Se o Sol tornou-se em demasia
O vento um bravo na destruição
As tempestades vilãs num só dia
O homem artesão desta mutação

Mas és ti Astro Rei, eterno douto
Genitor do afável abrigo o souto
Mestre da natureza o nosso couto

E em ti debruça toda nossa vida
Por nós temos que render a partida
Da ruina, pois tu és a nossa ermida.

(Salve o Verão! e sua alegria seja bem vinda)

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Dezembro 2016 - Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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