sábado, 11 de janeiro de 2020

Miragem

Quimeras não me deixes só, no fundo
Do fosso da ilusão, deste veloz mundo

Subindo e descendo, remando trova
Tentando entender e ser alguma prova

Além, de estar debruçado no horizonte
Querendo mirar uma tal e desejada ponte

Que possa me levar ao outro lado, reverso
Se nas mãos só tenho o meu amor e verso.
(me resta: miragens, solidão, eu confesso).

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09/04/2016 – Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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