domingo, 12 de janeiro de 2020

O Sol

Para que curvaste
no beiral da ventana
e pelo chão se arraste?
É por seres luz soberana
querendo luzir meu verso?

O meu poetar está sem gana
A alegria na alegria submerso
E estou quieto, de carraspana

Deixe-me a sós, no breu inconfesso
Fica-te por aí na ilusão mundana...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Agosto de 2017 - Cerrado goiano

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Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

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