O silêncio está falando em mim
Berra na madrugada inutilidade
Calado cochicha insônia sem fim
Sem rumo navega na escuridade
Tua voz de ruídos falantes
Sem respostas sem pergunta
Suplicando alaridos insinuantes
Agora a minha solidão se junta
Estou nesta calmaria inútil
Orando pensamento infeliz
O tempo passa, sono fútil
De insânia, noite meretriz
Demora que amordaça, sufoca
Manda pra longe a paz dada
À noite pelo dia então troca
Mata a sede com água salgada
(Estou em silêncio, pravo toca!)
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
copyright © Todos os direitos reservados.
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Este é um diário de poesia muito pessoal e desprovido de qualquer pretensão. Tendo como objetivo somente postar e divulgar as poesias de Luciano Spagnol. Espero que goste! Sinta-se à vontade para navegar. Antes de sair, deixe o seu comentário. É importante e apreciado.
Obrigado.
Volte sempre!